A BLUM começou antes da primeira tela: no nome e na personalidade de uma marca de cookies. Símbolo, tipografia, cores e mascote nasceram como partes de uma mesma linguagem; o manual organizou essa base para que ela continuasse reconhecível sem precisar carimbar o logo em tudo.
Depois, essa linguagem saiu do papel. Ela aparece na fachada, nas embalagens e nos copos, mas também no site, no cardápio e nas telas digitais. O desafio era fazer cada contato ter sua própria função e, ainda assim, parecer parte da mesma BLUM.






